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OMS preocupada com o aborto clandestino

O editor da revista The Lancet encara como altamente perturbadores os números publicados esta quinta-feira pela revista, que dão conta de um aumento de cinco por cento nos abortos clandestinos, sobretudo nos países em vias de desenvolvimento. Os dados referem-se a 13 anos, de 1995 para 2008.

A OMS disse que a taxa de aborto até desceu, mas as interrupções de gravidez sem assistência clínica, ou seja, clandestinas e inseguras, aumentaram de 44 para 49 por cento e 220 em cada cem mil mulheres acabaram mesmo por morrer, sobretudo no continente africano.

O maior número de abortos ilegais é registado na América Latina, seguida de perto pelas regiões africana e asiática.

Na Europa, há uma grande diferença entre os países ocidentais e a Europa de Leste, sendo a taxa de abortos no Leste quase quatro vezes mais alta.

Os investigadores da OMS lembram que o risco de morte é quase nulo se o aborto for feito em condições.


Fonte:www.tsf.pt, 20120120


  
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