
EUA:Milhões de pessoas não fazem rastreio ao cancro da mama e cólon
Apesar de mais americanos estarem a ser rastreados ao cancro do cólon e da mama, milhões de pessoas não estão a realizar os testes e como consequência milhares morrem desnecessariamente, de acordo com as autoridades de saúde dos EUA, avança o site HealthDay.
Dois novos relatórios do U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC) mostram que as taxas de rastreio ao cancro do cólon têm subido de 52%, em 2002, para 63%, em 2008. E, em 2008, 81% das mulheres com idades entre os 50 e os 74 anos realizaram mamografias, não diferindo muito de 2006.
No entanto, o CDC explica que 7 milhões de mulheres que deviam ter feito uma mamografia não o fizeram, e 22 milhões de americanos que deviam ter sido submetidos ao rastreio do cancro do cólon também não o fizeram.
"A maioria das mortes por cancro do cólon podem ser evitadas devido às tecnologias de rastreio que estão disponíveis", disse o director do CDC Dr. Thomas R. Frieden, que acredita que podem ser feitos mais progressos neste âmbito.
Já no cancro da mama, houve um nivelamento das taxas de rastreio nos últimos anos. "Sabemos que a mamografia previne o cancro da mama, evita a propagação do cancro e salva vidas, por isso queremos que as taxas continuem a aumentar", disse.
O Dr. Marcus Plescia, director da divisão de prevenção e controlo do cancro do CDC, defende que existem várias barreiras que impedem algumas pessoas de serem rastreadas a estes tipos de cancro. "Há uma série de disparidades baseadas em raça e etnia, devido à falta de seguro e em termos geográficos?, explicou.